Pinzgauer o cavalo austríaco

Tempo de leitura: 2 minutos

Olá amigo ou amiga da Sociedade Automotiva, sou o Leandro Sauerbronn e depois de um período escrevendo para um portal agora estou de volta com artigos a cada semana, onde procuraremos falar de dicas técnicas, toda a gama de assuntos relacionados a nossa maior paixão que são os carros, caso você tenha alguma sugestão mande para gente no email sociedadeautomotiva@gmail.com

Pinzgauer

É um veículo desenvolvido pelo engenheiro austríaco Hans Ledwinka, reconhecido como um dos construtores mais influentes da história do automóvel. Com seu filho Erich, criaram o chassi central tubular conectado a eixos com suspensões independentes – conceito adotado pela primeira vez em 1923, no Tatra 11, e até hoje empregado pelo fabricante.

Isso durou até a Segunda Grande Guerra, Hans foi acusado de colaborar com os nazistas na Tchecoslováquia, tendo sido foi preso após o término do conflito e libertado somente em 1951, ocasião em que seu filho Erich era engenheiro-chefe da austríaca Steyr-Daimler-Puch. Quando se reencontram, pai e filho desenvolveram um fora-de-estrada com chassi tubular, tração 4×4 e motor de dois cilindros traseiro refrigerado a ar. Seu nome (Haflinger) é de uma raça de cavalos austríacos.

Hans Ledwinka com seu Tatra
Hans Ledwinka junto com Hitler e oficialato nazista (imagem que se repetiria com Ferdinand Porsche )
Haflinger
Erich Ledwinka

Alguns anos se passaram quando Erich já sem o pai, deu início a construção junto com o exército suíço de outro veículo fora-de-estrada que o chamou de Pinzgauer (outra raça de cavalos austríaca), tendo seu protótipo ficado pronto em 1969 e comercializado em 1975 até 2006.

Pinzgauer primeira versão

O  veículo foi exportado para vários países: Suíça, Bolívia, Reino Unido, Arábia Saudita, Tailândia, Albânia, Áustria, Argentina, Venezuela, Estados Unidos, Lituânia, Nova Zelândia, Malásia, Macedônia, Chipre, Líbano, Sérvia e Suécia.

O Pinzgauer possui a versão 4×4 conhecida como 710 e também a versão 6×6 conhecida como 712, tendo um motor dianteiro de 2,5 litros com potência entre 74 a 87 cv, refrigerado a ar.

Repare a grande ventoinha que faz lembrar dos Porsches

Em 1979, os motores estavam mais potentes com 105 cv (aspirado) ou 115 cv (turbo), agora com de 2,7 litros.

Em 1985 veio a segunda geração com diversos itens na sua configuração como caixa automática ZF, freios a disco, direção hidráulica, um motor turbodiesel refrigerado a água e foram chamados de 716 o 4×4 e 718 o 6×6.

Fontes: Revista Quatro Rodas / Pinzgauer.com / puch.at.com / militay-today.com

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *